Paris É Brasa: como o marketing de influência transformou as Olimpíadas 2024 em case de creator economy

Paris É Brasa: como o marketing de influência transformou as Olimpíadas 2024 em case de creator economy

Atualizado em:
30/6/2026 15:54

Leitura: 9 minutos

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Com o 2026 Convocados se aproximando — a parceria entre Playnest, Globo e Play9 Content Group —, uma coisa é certa: o jogo não começou em 2026. Ele, na verdade, já vem sendo construído.

Antes mesmo do maior palco do esporte global acontecer esse ano, um outro evento já mostrou, na prática, o que acontece quando creators assumem o protagonismo da narrativa de um mega evento esportivo.

Em 2024, o Playnest, em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), executou o case "Paris É Brasa".  

E o resultado, em apenas 30 dias, ajudam a entender o que vem por aí:

  • 1 bilhão de visualizações
  • 287 mil novos inscritos no YouTube da COB
  • 120 mil visitantes na Casa Brasil, em Paris

Esses não são só números altos; são sinais claros de uma mudança de lógica. Porque isso não veio de mídia massiva tradicional – veio de conteúdo, comunidade e distribuição inteligente.

Na prática, é a prova de que:

  • Creators ultrapassam a mídia tradicional em questão de engajamento
  • Escala funciona  
  • Autenticidade é uma opção mais interessante do que produção cara
  • Always-on constrói presença contínua

Assim, dá para perceber que, quando creators entram no centro da estratégia, o evento deixa de ser transmissão e vira conversa.

E se você ainda não vale investir em marketing de influência, este case vai mudar sua cabeça.

Bora ver para o maior case de marketing esportivo do Brasil?

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Como o Marketing de Influência Transformou as Olímpiadas em um Case de Sucesso

A situação em 2023 era a seguinte: a Comissão Olímpica Brasileira (COB) tinha 109 anos de história, mas um total de zero campanhas de marca própria.

A lógica até então era aparecer duas semanas antes das Olimpíadas, investir em mídia tradicional e desaparecer por outros quatro anos. O resultado era previsível: marca com pouca conexão emocional com o público e presença digital tímida.

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A Oportunidade em Paris 2024

A Olímpiada de Paris 2024 tinha tudo para ser diferenciada, porque:

  • Era a primeira Olimpíada pós-pandemia com público
  • A última havia sido no Rio em 2016 (8 anos atrás!)
  • O Cenário de consumo de conteúdo havia mudado radicalmente, creators já dominavam a atenção de milhões de brasileiros no dia a dia

Pela primeira vez, a COB lança uma campanha institucional de mídia massiva, em apoiados pela plataforma de gestão da Creator Economy – o PlayNest – promovendo a Comissão e o evento olímpico de forma moderna e 15 meses antes dos jogos começarem.  

A decisão estratégica foi clara: apostar tudo no digital e no marketing de influência, com programação diária de conteúdo esportivo durante as Olimpíadas.

A estratégia: escala e diversidade de vozes

Não era só um canal cobrindo os jogos. Eram creators contando Olimpíadas do jeito deles:

  • 50+ atletas criando conteúdo
  • Creators de esporte comentando ao vivo
  • Influenciadores de outros nichos — humor, lifestyle, entretenimento — trazendo o evento para suas audiências
  • Movimento orgânico amplificado com distribuição estratégica

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Impacto Massivo: Os Números da Campanha da COB e Playnest

De acordo com o próprio site da Comissão Olímpica Brasileira, o resultado numérico foi estrondoso:

Só no canal de YouTube da COB, foram:

  • 287 mil novos inscritos (crescimento 287% em 15 meses)
  • 100 milhões+ visualizações (primeiro Comitê nacional a atingir essa marca)
  • 43 eventos transmitidos ao vivo
  • 290 dias de esporte cobertos
  • 87.683 horas de conteúdo publicado

No Instagram, o perfil registrou o maior engajamento da história da conta. No TikTok, bastidores de atletas de várias modalidades consolidaram a presença da marca entre públicos que nunca tinham acompanhado o COB.  

E no mundo físico, a Casa Brasil reuniu 120 mil visitantes em 30 dias — prova de que o digital bem executado transborda para a experiência presencial.

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5 Lições Estratégicas Para Sua Marca

1. Always-On É Muito Importante

Presença não se constrói em cima da hora.

Antes, a lógica era concentrar esforço perto das Olimpíadas e desaparecer no restante do ciclo.  

Agora, a estratégia mudou: começou com antecedência, manteve constância e transformou o processo em conteúdo.

O resultado aparece no timing: quando o grande momento chegou, a audiência já estava formada, engajada e pronta.

Eventos como esse pedem o mesmo raciocínio: começar cedo, manter constância, transformar o processo em conteúdo.

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2. Creators têm vantagem quando o objetivo é conexão

Eles falam a língua da audiência, entendem o timing, o tom e o contexto.

Enquanto a comunicação tradicional explica, o creator reage, traduz e conecta.

Num cenário onde bilhões de pessoas já consomem esse tipo de conteúdo diariamente, a pergunta não é sobre formato  é sobre quem cria o elo mais genuíno.

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3. Escala não é um único influenciador grande — é muitas vozes ao mesmo tempo

Ao invés de concentrar tudo em um único influenciador, a estratégia foi distribuir.  

Diferentes creators, diferentes perspectivas, todos contribuindo para a mesma conversa. E isso muda tudo.

Uma única voz limita o alcance e concentra risco; mais creators multiplicam presença.

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4. Autenticidade ganha sobre grande produção

Bastidores, rotina, registros simples, sem roteiro engessado, foi isso que conectou.

Hoje, o público percebe rápido quando algo parece publicidade. E, na maioria das vezes, prefere o conteúdo que soa humano, mesmo que seja mais simples.

Funciona melhor ter mais conteúdo real circulando do que poucas peças altamente produzidas.

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5. O digital não substitui o físico - ele potencializa.

A estratégia não ficou só nas telas. Criou experiências reais, espaços de encontro, momentos que as pessoas quiseram viver e, principalmente, compartilhar.

E é aí que o efeito acontece:

  • O físico gerou experiência. O digital amplificou essa experiência
  • Experiência vira história. História vira alcance.

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O que o "Paris É Brasa" antecipa para o maior evento de esporte de 2026

O projeto com o COB foi, em muitos aspectos, um laboratório. Mostrou que creators ultrapassam a mídia tradicional em engajamento, que escala funciona quando há método por trás, e que constância constrói vantagem competitiva ao longo do tempo.

E o próximo mega evento esportivo desse ano vai escalar esse mesmo modelo. O cenário já está se desenhando com iniciativas como o 2026 Convocados. E as marcas que entenderem essa dinâmica antes do apito inicial são as que vão construir audiência, não só comprar atenção.

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‍Como Playnest Torna Isso Possível para Sua Marca

Na prática, executar esse tipo de estratégia exige mais do que boa intenção: encontrar creators alinhados, negociar, organizar briefings, acompanhar entregas e consolidar resultados em tempo real vira uma operação complexa.  

É exatamente aí que o Playnest entra  com curadoria, gestão centralizada, planejamento contínuo e mensuração unificada para transformar uma boa estratégia em algo realmente executável.

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Estratégias Comprovadas para Transformar sua Marca em um Case de Sucesso

O resultado não é só número. Ele é consequência de método.

E deixa três aprendizados claros:

  1. Creators já não competem com mídia tradicional — eles lideram a conexão.
  1. Escala não dilui impacto — multiplica presença.
  1. E constância, no longo prazo, constrói vantagem.

Mas você não precisa de um evento do tamanho das Olimpíadas para aplicar isso. Precisa de direção, consistência e uma estrutura que permita fazer o básico bem feito — de forma contínua.’

E Playnest entrega tudo isso.

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