Case Paris É Brasa: como o marketing de influência transformou as Olimpíadas 2024 em um case de creator economy

Case Paris É Brasa: como o marketing de influência transformou as Olimpíadas 2024 em um case de creator economy

Atualizado em:
5/5/2026 19:17

Com o 2026 Convocados se aproximando — a parceria entre Playnest, Globo e Play9 Content Group —, uma coisa é certa: o jogo não começou em 2026. Ele, na verdade, já vem sendo construído.

Antes mesmo do maior palco do esporte global acontecer esse ano, um outro evento já mostrou, na prática, o que acontece quando creators assumem o protagonismo da narrativa de um mega evento esportivo.

Em 2024, o Playnest, em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), executou o case "Paris É Brasa".  

E o resultado, em apenas 30 dias, ajudam a entender o que vem por aí:

  • 1 bilhão de visualizações
  • 287 mil novos inscritos no YouTube da COB
  • 120 mil visitantes na Casa Brasil, em Paris

Esses não são só números altos; são sinais claros de uma mudança de lógica. Porque isso não veio de mídia massiva tradicional – veio de conteúdo, comunidade e distribuição inteligente.

Na prática, é a prova de que:

  • Creators ultrapassam a mídia tradicional em questão de engajamento
  • Escala funciona  
  • Autenticidade é uma opção mais interessante do que produção cara
  • Always-on constrói presença contínua

Assim, dá para perceber que, quando creators entram no centro da estratégia, o evento deixa de ser transmissão e vira conversa.

E se você ainda não vale investir em marketing de influência, este case vai mudar sua cabeça.

Bora ver para o maior case de marketing esportivo do Brasil?

Como o Marketing de Influência Transformou as Olímpiadas em um Case de Sucesso

A situação em 2023 era a seguinte: a Comissão Olímpica Brasileira (COB) tinha 109 anos de história, mas um total de zero campanhas de marca própria.

A lógica até então era aparecer duas semanas antes das Olimpíadas, investir em mídia tradicional e desaparecer por outros quatro anos. O resultado era previsível: marca com pouca conexão emocional com o público e presença digital tímida.

A Oportunidade em Paris 2024

A Olímpiada de Paris 2024 tinha tudo para ser diferenciada, porque:

  • Era a primeira Olimpíada pós-pandemia com público
  • A última havia sido no Rio em 2016 (8 anos atrás!)
  • O Cenário de consumo de conteúdo havia mudado radicalmente, creators já dominavam a atenção de milhões de brasileiros no dia a dia

Pela primeira vez, a COB lança uma campanha institucional de mídia massiva, em apoiados pela plataforma de gestão da Creator Economy – o PlayNest – promovendo a Comissão e o evento olímpico de forma moderna e 15 meses antes dos jogos começarem.  

A decisão estratégica foi clara: apostar tudo no digital e no marketing de influência, com programação diária de conteúdo esportivo durante as Olimpíadas.

A estratégia: escala e diversidade de vozes

Não era só um canal cobrindo os jogos. Eram creators contando Olimpíadas do jeito deles:

  • 50+ atletas criando conteúdo
  • Creators de esporte comentando ao vivo
  • Influenciadores de outros nichos — humor, lifestyle, entretenimento — trazendo o evento para suas audiências
  • Movimento orgânico amplificado com distribuição estratégica

Impacto Massivo: Os Números da Campanha da COB e Playnest

De acordo com o próprio site da Comissão Olímpica Brasileira, o resultado numérico foi estrondoso:

Só no canal de YouTube da COB, foram:

  • 287 mil novos inscritos (crescimento 287% em 15 meses)
  • 100 milhões+ visualizações (primeiro Comitê nacional a atingir essa marca)
  • 43 eventos transmitidos ao vivo
  • 290 dias de esporte cobertos
  • 87.683 horas de conteúdo publicado

No Instagram, o perfil registrou o maior engajamento da história da conta. No TikTok, bastidores de atletas de várias modalidades consolidaram a presença da marca entre públicos que nunca tinham acompanhado o COB.  

E no mundo físico, a Casa Brasil reuniu 120 mil visitantes em 30 dias — prova de que o digital bem executado transborda para a experiência presencial.

5 Lições Estratégicas Para Sua Marca

1. Always-On É Muito Importante

Presença não se constrói em cima da hora.

Antes, a lógica era concentrar esforço perto das Olimpíadas e desaparecer no restante do ciclo.  

Agora, a estratégia mudou: começou com antecedência, manteve constância e transformou o processo em conteúdo.

O resultado aparece no timing: quando o grande momento chegou, a audiência já estava formada, engajada e pronta.

Eventos como esse pedem o mesmo raciocínio: começar cedo, manter constância, transformar o processo em conteúdo.

2. Creators têm vantagem quando o objetivo é conexão

Eles falam a língua da audiência, entendem o timing, o tom e o contexto.

Enquanto a comunicação tradicional explica, o creator reage, traduz e conecta.

Num cenário onde bilhões de pessoas já consomem esse tipo de conteúdo diariamente, a pergunta não é sobre formato  é sobre quem cria o elo mais genuíno.

3. Escala não é um único influenciador grande — é muitas vozes ao mesmo tempo

Ao invés de concentrar tudo em um único influenciador, a estratégia foi distribuir.  

Diferentes creators, diferentes perspectivas, todos contribuindo para a mesma conversa. E isso muda tudo.

Uma única voz limita o alcance e concentra risco; mais creators multiplicam presença.

4. Autenticidade ganha sobre grande produção

Bastidores, rotina, registros simples, sem roteiro engessado, foi isso que conectou.

Hoje, o público percebe rápido quando algo parece publicidade. E, na maioria das vezes, prefere o conteúdo que soa humano, mesmo que seja mais simples.

Funciona melhor ter mais conteúdo real circulando do que poucas peças altamente produzidas.

5. O digital não substitui o físico - ele potencializa.

A estratégia não ficou só nas telas. Criou experiências reais, espaços de encontro, momentos que as pessoas quiseram viver e, principalmente, compartilhar.

E é aí que o efeito acontece:

  • O físico gerou experiência. O digital amplificou essa experiência
  • Experiência vira história. História vira alcance.

O que o "Paris É Brasa" antecipa para o maior evento de esporte de 2026

O projeto com o COB foi, em muitos aspectos, um laboratório. Mostrou que creators ultrapassam a mídia tradicional em engajamento, que escala funciona quando há método por trás, e que constância constrói vantagem competitiva ao longo do tempo.

E o próximo mega evento esportivo desse ano vai escalar esse mesmo modelo. O cenário já está se desenhando com iniciativas como o 2026 Convocados. E as marcas que entenderem essa dinâmica antes do apito inicial são as que vão construir audiência, não só comprar atenção.

Como Playnest Torna Isso Possível para Sua Marca

Na prática, executar esse tipo de estratégia exige mais do que boa intenção: encontrar creators alinhados, negociar, organizar briefings, acompanhar entregas e consolidar resultados em tempo real vira uma operação complexa.  

É exatamente aí que o Playnest entra  com curadoria, gestão centralizada, planejamento contínuo e mensuração unificada para transformar uma boa estratégia em algo realmente executável.

Estratégias Comprovadas para Transformar sua Marca em um Case de Sucesso

O resultado não é só número. Ele é consequência de método.

E deixa três aprendizados claros:

  1. Creators já não competem com mídia tradicional — eles lideram a conexão.
  1. Escala não dilui impacto — multiplica presença.
  1. E constância, no longo prazo, constrói vantagem.

Mas você não precisa de um evento do tamanho das Olimpíadas para aplicar isso. Precisa de direção, consistência e uma estrutura que permita fazer o básico bem feito — de forma contínua.’

E Playnest entrega tudo isso.

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