Como usar influenciadores no maior evento esportivo do mundo no seu Marketing de Influência
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A creator economy brasileira nunca foi tão grande. E isso está transformando a forma como marcas usam influenciadores em grandes eventos esportivos.
O Brasil chegou a 2026 como o segundo maior mercado de influenciadores do mundo, concentrando 10,2% de todos os creators do Instagram globalmente, segundo dados da HypeAuditor.
Mas o dado mais importante talvez não esteja no tamanho da base - está no comportamento dela.
Hoje, creators já não funcionam apenas como mídia complementar. Eles moldam, na verdade:
- conversas
- percepções
- comportamento
- consumo
- E comunidade
E quando um evento de atenção coletiva acontece, essa influência se amplifica.
É exatamente isso que começa a desenhar o cenário de 2026, considerando que o maior evento esportivo do mundo encontra o maior ecossistema de creators do Brasil – o Playnest - através do projeto “2026 Convocados”.
Vem saber mais!
Playnest e a Cobertura Digital do Maior Evento Esportivo de 2026
Enquanto muitas marcas ainda discutem como usar influenciadores em grandes eventos esportivos, o PlayNest já estrutura campanhas com creators em escala..., o Playnest – juntamente à Play9 Content Group e à Globo - já começou a estruturar o que vem depois dessa pergunta.
O projeto 2026 Convocados nasce justamente da leitura de que a creator economy não será apenas parte da cobertura cultural de 2026: ela será um dos principais motores dela - isso exige infraestrutura.
Mais do que conectar marcas e creators, o projeto opera uma lógica de:
- escala
- profissionalização
- inteligência de dados
- distribuição
- gestão simultânea de creators
Porque o desafio de 2026 não será apenas encontrar influenciadores. Será conseguir operar centenas de narrativas ao mesmo tempo, em diferentes nichos, plataformas e comunidades.
Como as Redes Sociais Transformaram o Consumo de Eventos Esportivos
Existe uma mudança estrutural acontecendo no digital: a atenção deixou de ser centralizada.
Ou seja, antes, grandes eventos eram dominados pela transmissão oficial, mas hoje, eles são distribuídos entre:
- lives
- cortes
- reacts
- memes
- bastidores
- comentários em tempo real
- creators
Na prática, o evento já não acontece apenas na tela principal ele se desdobra em conteúdos criados simultaneamente nas redes sociais, mediados pelo grande time de influencers.
E os números deixam isso muito claro!
O Brasil já reúne mais de 4,4 milhões de influenciadores só no Instagram e, de acordo com pesquisas da HypeAuditor, responde por 12,6% de todas as publicações monitoradas globalmente entre creators.
Ao mesmo tempo, levantamentos da LOI Global mostram que:
- 74% dos fãs acompanham os jogos enquanto usam redes sociais
- o engajamento digital do último torneio cresceu 621% em relação a 2018
- plataformas digitais praticamente empataram com a televisão em alcance de audiência esportiva
Isso muda completamente a lógica de consumo.
Dessa forma, a jogo acontece na transmissão. Mas a conversa acontece no digital.
Por que influenciadores são essenciais na estratégia de marketing digital em 2026?
Durante muito tempo, marcas operaram com a simples lógica de comprar mídia para ganhar atenção.
Mas durante grandes eventos culturais, essa dinâmica muda, uma vez que o público já está engajado emocionalmente. Por isso, ale não quer interrupção - ele quer participação.
E é exatamente aí que creators se tornam centrais.
Enquanto a publicidade tradicional disputa espaço, creators entram no fluxo da conversa naturalmente. Assim, eles:
- comentam em tempo real
- criam linguagem cultural
- geram identificação
- traduzem o evento para diferentes comunidades
E durante o maior evento esportivo de 2026, isso deve atingir outro nível.
Nano e micro influenciadores: por que geram mais engajamento para marcas?
Existe um ponto importante nessa transformação: ela não está acontecendo apenas nos grandes perfis.
Na verdade, boa parte da força da creator economy brasileira vem justamente dos creators menores. Até porque, hoje mais de 82% do ecossistema brasileiro é formado por nano creators.
E isso importa porque além do fato de que comunidades menores tendem a ser mais conectadas, creators nichados geram mais confiança e costumam a ter um engajamento muito maior.
Na prática, isso cria uma mudança estratégica importante para marcas e o jogo deixa de ser apenas alcance massivo, passando a ser:
- relevância contextual
- profundidade de comunidade
- distribuição inteligente
Mais uma vez, os dados do mercado ajudam a mostrar esse movimento (levantamento pela Mídia Market):
- 82% das empresas consideram o marketing de influência importante para seus resultados
- 52% já tratam creators como estratégia central de comunicação
- o setor global caminha para movimentar centenas de bilhões de dólares nos próximos anos
No entanto, o principal ponto, no caso, é que o mercado ficou mais sofisticado. E então, não basta mais contratar creators isoladamente.
As marcas, na verdade, começam a precisar de escala, gestão, dados, mensuração e operação integrada.
Até porque influência já não funciona mais como ação pontual – ela funciona como ecossistema.
É exatamente nesse contexto que nasce o “2026 Convocados”!
Por Que Estratégias Centralizadas Perdem Força na Creator Economy?
Não existe mais uma única audiência. E talvez essa seja a principal mudança do consumo atual: múltiplas comunidades vivendo o mesmo evento de formas completamente diferentes.
Enquanto alguns acompanham análises técnicas, outros vivem os memes, acompanham lifestyle, entram pela cultura, participam pelo entretenimento ou pelo contexto social.
E cada creator ocupa um papel diferente dentro dessa jornada.
Por isso, estratégias centralizadas começam a perder eficiência. O que ganha força é a capacidade de distribuir narrativa de forma contextual.
Creator Economy em 2026: O Novo Centro da Atenção nos Eventos Esportivos
Durante anos, creators eram vistos como complemento de campanha.
Hoje, isso mudou. Eles funcionam como mídia, distribuição, comunidade, influência cultural, geração de conversa e ativo de performance.
E talvez o maior evento esportivo de 2026 seja o momento que mais evidencia isso.
Porque ele reúne, ao mesmo tempo:
- atenção coletiva
- consumo em tempo real
- comportamento de segunda tela
- produção descentralizada de conteúdo
- comunidades hiper engajadas
É praticamente o cenário perfeito para a creator economy operar em máxima potência.
Conclusão
A aproximação de 2026 não movimenta apenas o mercado esportivo - ela acelera uma transformação muito maior: a consolidação definitiva da creator economy como estrutura central de comunicação.
O público já não vive grandes eventos de forma linear. Ele comenta, reage, compartilha, recorta, interpreta e redistribui tudo em tempo real.
E nesse cenário, creators deixam de ser apenas participantes da conversa e ajudam a construir o significado cultural do evento.
É exatamente aí que o 2026 Convocados se posiciona!
Não apenas como um projeto de ativação. Mas como uma operação pensada para conectar creators, comunidades e marcas no maior momento de atenção coletiva da década.
Quer ativar creators em escala no maior evento de 2026? Fale com o PlayNest.

